Ponferrada – Villafranca del Bierzo (23 km)

Hoje foi tranquilo. Fiz parte do trajeto empurrando a bike para andar com o Carlo e o Filipe.

O Filipe é uma figura divertidíssima e fala com todo mundo pelo caminho. Ele é psicólogo com doutorado em Psiquiatria e trabalha com os Médicos do Mundo, uma espécie de Médicos sem Fronteira e também faz um trabalho de Psicologia Organizacional numa produtora que presta serviços à SIC (TV portuguesa, que compra programas da Globo).

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Chegando à Villafranca, fui visitar o albergue municipal onde o Filipe e o Carlo iam ficar e depois voltei para a entrada da cidade para esperar os meninos.

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Ficamos no albergue do Jesus Jato que é uma das figuras citadas pelo Paulo Coelho e é realmente um caso à parte. O albergue é meio bagunçado, parece inacabado, tinha água gelada em um dos banheiros, quartos apertados, mas faz parte da mística do Caminho.

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Rodamos pela cidade, entramos em igrejas, passamos por praças e fomos jantar num restaurante gostoso, onde brindamos com mais um vinho maravilhoso do caminho.

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Voltamos ao albergue e logo depois o Stefano chegou. Me ofereci para levá-lo para jantar, uma vez que nós já havíamos jantado. Conversamos e depois eu o levei para conhecer alguns monumentos da cidade, pois já havia rodado por lá.

Voltamos ao albergue e o Jesus Jato fez uma cerimônia “caô” onde misturou um monte de coisa com aguardente, pôs fogo e ficava jogando isso com uma concha. Subia e descia um fogo bonito no refeitório escuro do albergue. Depois fez uma espécie de benção aos peregrinos e nos deu um pouco da gororoba para beber. Um dos brindes foi aos loucos brasileiros que era o nosso grupo.

Aliás, estávamos numa farmácia em Villafranca, conversando com a dona, que chamou os peregrinos de loucos livres (locos libres) e eu gostei da definição.

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