3º dia

Levantamos novamente por volta das 6h., tomamos café e saímos para o último e mais tranquilo dia da travessia.

Fizemos toda a descida em meio à mata e nesse dia não tivemos a visão dos belos vales e montanhas, já que o trajeto é todo feito em ziguezague, respeitando as curvas de nível do terreno pela mata fechada.

A única questão são as muitas pedras soltas que exigem atenção redobrada e também ferem muito os já combalidos pés. Passamos por 2 cachoeiras e uma delas estava completamente seca. Tivemos a companhia de diversos passarinhos e seus mais diferentes gorjeios, além das lindas árvores, grossos troncos pelo caminho, bambus que irritam a pele, flores salpicadas por gotículas d’água da chuva que caiu durante a noite e um clima bastante ameno dentro da mata.

Chegamos à sede do parque em Teresópolis, depois de mais ou menos 5 horas de caminhada, com as pernas queimando depois de tanto esforço, os pés estropiados pelas pedras e um sorriso nos lábios pela conclusão de uma das mais tradicionais e bonitas trilhas do Brasil.

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