Tengboche / Dingboche

Saímos de Tengboche às 9h e começamos a trilha. Passamos por bosques fechados e desfiladeiros. O tempo estava super agradável, com um sol lindo, embora em alguns momentos ventasse bastante. Apesar do sol, estávamos todos agasalhados.

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O grupo foi se separando naturalmente e o Carlos pediu que seguíssemos com o guia Ram, enquanto ele iria voltar para procurar a Karin, que estava acompanhada pela Aretha.

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Seguimos o caminho e paramos em um lodge para tomar chá e comer pipoca. Esperamos em torno de 40 min. até o segundo time chegar. Em determinado momentos pedimos para o Ilan colocar uma música para animar a parada. Brincamos que não é todo grupo que tem seu próprio DJ, já que é a profissão dele.

Depois de 1h20 de espera, a Karin chegou muito mal, acompanhada pela Aretha. O Carlos resolveu pedir um cavalo, porque a subida após o almoço seria puxada e provavelmente ela não conseguiria chegar.

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Quando estávamos chegando no lugar onde almoçaríamos, encontramos o Carlos Canellas que estava voltando na trilha para ajudar quem estivesse precisando e depois de algum tempo, ele voltou carregando a mochila da Alessandra.

Apesar de voltar pela trilha, ele ainda chegou antes de algumas pessoas do grupo. Impressionante a resistência dessa galera.

Paramos para almoçar e seguimos a trilha. No início foi tranquilo, mas depois foi ficando mais íngreme e eu senti bastante falta de ar. Tenho me sentido bem, mas a falta de ar tem me cansado bastante.

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Chegamos a Dingboche (4.400 m.) por volta das 17h e eu estava bastante cansada. Fomos pegar os quartos e tomar banho, quem quisesse pagar 400 rúpias nepalesas. Como eu não havia tomado banho ontem, resolvi tomar, mas me arrependi muito.

A água estava fervendo e não havia como regular a temperatura. Foi um sacrifício tomar banho e lavar a cabeça e depois tive que ir do banheiro, que era fora do lodge, até o quarto e nesse caminho tive um choque térmico, pois estava muito frio e demorei uns 30 minutos para parar de tremer. Na verdade só parei quando fiquei ao lado do aquecedor dentro do refeitório.

Jantamos e eu tomei apenas uma sopa porque ando completamente sem apetite. Eu sei que isso costuma acontecer nessa altitude, mas estou totalmente inapetente e tenho me forçado a comer um pouco para ter energia.

Ficamos conversando um pouco no refeitório, mas como os sherpas dormem aí, tivemos que ir para os quartos por volta das 21h.

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