Kathmandu - 1

Acordamos por volta das 8h e depois de mais um delicioso banho, descemos para o café da manhã. Parte do grupo que havia chegado a Kathmandu antes, no início da viagem, já conhecia Bhaktapur.

Juntamos o grupo que queria ir (Aretha, Kiki, Tainah, os Robertos, Márcio, Inês, Bia e eu) e alugamos uma van. O Sandro e a Jana resolveram ir mais cedo de táxi.

Bhaktapur é a terceira maior cidade do vale de Kathmandu e foi a capital do Nepal até a segunda metade do século XV. Fica a aproximadamente 20 km de onde estávamos e chegando lá pegamos um guia para nos explicar em parte toda a história desse distrito.

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É um lugar muito interessante, lotado de templos nos formatos de Sikhara, característico da Índia, Stupa, típico do budismo e Pagode, também típico do budismo, mas comum na China e Japão. Rodamos por toda a cidade, conhecemos as instalações reais, compramos algumas coisas nas lojas espalhadas por todo o local e fomos almoçar num grande restaurante no centro da praça principal.

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É um restaurante indicado pelo guia Loney Planet onde deveríamos apreciar a comida típica nepalesa e assim fizemos.

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Terminamos de almoçar, pegamos a van e retornamos ao hotel. Deixamos as coisas nos quartos e fomos bater perna pelo Thamel. Já estamos ficando íntimos dos comerciantes e alguns nos cumprimentam quando passamos pelas lojas. É realmente muito divertido e gostoso andar sem preocupação, sem compromisso, livres e leves.

Rodamos bastante e no retorno ao hotel fizemos reserva para o grupo todo num restaurante com danças e comidas típicas.

Nos reunimos no restaurante às 19h30 e fomos comer uma espécie de menu degustação com dois tipos de cardápio: vegetariano e não vegetariano.

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Nos serviram uma espécie de aguardante de arroz, tipo sakê, fortíssimo, e nem todo mundo conseguiu beber. Pedimos cervejas, vinhos e fomos nos alternando nos pratos que chegavam com uma distância enorme entre um e outro.

Acho que a ideia era nos deixar com fome. Entre um prato e outro, havia a dança com 2 bailarinas que se apresentavam no palco no andar de baixo. Vimos uma ou duas danças e no final tudo já parecia meio igual. Deixamos as danças de lado.

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Não importa se você havia pedido menu vegetariano ou não vegetariano, porque os dois eram igualmente apimentadíssimos. No meio do jantar eu já não sentia mais a minha língua e qualquer coisa que eu comesse, tinha o mesmo sabor, pois já não distinguia mais nada.

Aliás, essa é uma característica da cozinha nepalesa: tudo é extremamente apimentado. Claro que não em todos os lugares em que comemos, mas em muitos tivemos esse problema. Além do excesso de alho também.

Terminamos o jantar por volta das 21h30 e parte do grupo resolveu voltar ao hotel. A outra parte, como sempre na qual eu me inseria, resolveu conhecer a noite de Kathmandu. Eu havia visto uma espécie de balada do meu quarto do hotel, na cobertura de um prédio e quando fomos ver, ficava ao lado do restaurante onde estávamos. Resolvemos ir conhecer a tal balada e eu, a Kiki, o Roberto, o Márcio e a Aretha nos mandamos para lá.

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Não pagamos para entrar e apenas o que consumíamos. Chegamos lá e tinha uma bandinha tocando músicas conhecidas como Adele, Pink Floyd, Jason Mraz e outros. Era uma balada típica dos nepaleses, pois fora o nosso grupo, havia mais uns 4 ou 5 gringos espalhados pelo ambiente.

As mulheres estavam arrumadíssimas com saias, saltos, maquiagem e nós com calça de trilha, camiseta, pochete, chinelo e cara de trekkers, só um pouquinho mais arrumados. Ficamos dançando e nos divertindo com o ambiente, quando a tal banda começou a tocar músicas nepalesas.

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O Roberto encafifou que ia conseguir pegar os óculos de um cara com a maior pinta de mafioso, que tinha inclusive segurança. Começamos a conversar com o tal grupo mafioso, tiramos fotos e ficamos nos divertindo.

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Em determinado momento o Márcio não estava conosco e quando olhamos, lá vem ele de dentro do bar, com 2 garrafas de cerveja na mão, sem falar uma palavra em inglês e sem pagar. Até agora não sabemos como ele conseguiu sair de lá com as 2 cervejas, mas ele chegou com uma cara de satisfação tão grande que foi muito engraçado.

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Um fotógrafo do evento pediu para tirar uma foto nossa, no que concordamos e depois descobrimos que saímos tanto no site do local (Reef) quanto no jornal de Kathmandu.

Ficamos até o final da balada, que afinal não terminou assim tão tarde: 23h e fomos convidados por um cara a nos retirar, pois iam fechar o local. Retornamos ao hotel e fomos dormir.

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