Karatu / Lake Manyara / Arusha

Acordei às 06h30, me arrumei e fui tomar café. Havia combinado que o Mody me pegaria às 07h30.

Saímos para o último dia de safári no Lake Manyara que é uma espécie de floresta, linda, muito verde, cheia de árvores diferentes, com galhos retorcidos e muita vegetação. Depois de todos os trâmites da entrada, seguimos procurando os animais.

Vimos muitos impalas, outros animais parecidos com corças, muitas zebras, montes de babuínos e outros tipos de macacos, gnus, hipopótamos, búfalos, alguns elefantes, mas não vimos leões, nem girafas. O tempo estava um pouco frio pela manhã, choveu um pouquinho, mas depois o calor foi bem forte.

Rodamos bastante e o Mody sempre muito atencioso, olhando com o maior cuidado e atenção para que eu não perdesse nenhum animal. Confesso que em determinado momento já estava feliz com tudo o que havia visto e vivenciado nos três dias e não sentia necessidade de continuar.

Paramos para tomar nosso lanche, dei comida para os passarinhos, embora saiba que não é permitido alimentar os animais, mas confesso que achei bonitinho tantos em volta de mim, em cima da mesa, sem medo e eu fotografando a revoada deles.

Logo depois do lanche seguimos mais um pouco, mas eu disse para o Mody que estava satisfeita e que poderíamos voltar para Arusha. Ele ligou para a Donna para informar que eu queria terminar o safári antes do tempo e retornamos pela longa estrada. Chegamos ao Kibo Palace por volta das 14h30.

Levei minha bagagem e tudo o que eu queria era um banho e descansar. Mal entrei no quarto, a recepcionista me ligou dizendo que a Donna e a Evalyne estavam me esperando no bar para conversar. Não tinha como não ir, pois elas sempre foram muito atenciosas e carinhosas comigo.

Desci e ficamos conversando por horas, rindo e elas acabaram me ajudando com o transfer em Zanzibar, pois a Evalyne trabalhou por 3 anos lá e conhece muita gente. Fechou um preço mais em conta para o transporte e o sightseeing e combinou que o Popo Morijo me esperaria no aeroporto no dia seguinte, o que sempre é uma tranquilidade quando não se conhece ninguém.

Ficamos conversando até às 18h, quando eu disse que precisava tomar banho, pois tinha combinado de tomar uma cerveja com o Mody às 19h30 no hotel. Subi, tomei banho, acessei a internet e desci no horário combinado.

Encontrei a Evalyne que continuava no bar, fiquei por ali “assistindo TV” e esperando pelo Mody que chegou em seguida. Pediu que eu esperasse uns 10 minutos, pois estava fechando uma reunião com a Donna, no restaurante.

Após a reunião dos dois, me despedi da Donna e da Evalyne e segui para o restaurante com o Mody. Conversamos, jantei rapidamente, pois estava com fome, ele tomou cerveja e eu tomei vinho.

Ficamos conversando e ele sempre foi muito gentil e carinhoso comigo. Falou de planos para a vida e acabou me convidando para ir ao Mango Tree, uma espécie de boate, mas achei melhor declinar o convite.

Eu acordaria cedo no dia seguinte, mas teria sido engraçado terminar meus dias em Arusha “caindo na pista” com meu guia africano.

Nos despedimos e fui dormir para levantar cedo no dia seguinte e seguir para Zanzibar, minha última escala em terras africanas.

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